Sinopse:
"Bree Tanner mal se recorda da vida que tinha antes de descobrir seus sentidos extremamente aguçados, os reflexos sobre-humanos e a força física sem precedentes. A vida antes da insaciável sede de sangue… Antes de ser uma vampira.
O que ela sabe é que a rotina em um bando de recém-criados é de poucas certezas, e de ainda menos regras: fique alerta, não chame atenção para si mesmo e, acima de tudo, volte para casa antes do nascer do sol, ou será destruído. O que ela não sabe: seu tempo como imortal está se esgotando. Depressa.
Bree encontra em Diego um amigo inesperado, outro jovem vampiro atormentado pelas dúvidas a respeito do monstro que os criou – alguém que conhecem simplesmente por Ela. Quando os dois percebem que são apenas peões em um jogo cujas proporções jamais imaginaram, é preciso descobrir em que acreditar. Mas se tudo o que você sabe sobre sua espécie é uma farsa, onde estará a verdade?"
O que ela sabe é que a rotina em um bando de recém-criados é de poucas certezas, e de ainda menos regras: fique alerta, não chame atenção para si mesmo e, acima de tudo, volte para casa antes do nascer do sol, ou será destruído. O que ela não sabe: seu tempo como imortal está se esgotando. Depressa.
Bree encontra em Diego um amigo inesperado, outro jovem vampiro atormentado pelas dúvidas a respeito do monstro que os criou – alguém que conhecem simplesmente por Ela. Quando os dois percebem que são apenas peões em um jogo cujas proporções jamais imaginaram, é preciso descobrir em que acreditar. Mas se tudo o que você sabe sobre sua espécie é uma farsa, onde estará a verdade?"
Confesso que antes de ler esse livro eu estava com os dois pés atrás...
Desde pequena fui acostumada a ler Dostoiéviski, Richard Bach, Emily Brontë, José de Alencar, Henry Miller, e tantos outros cuja a excelência em escrita, linguagem, e conteúdo são irrefutáveis... Quando saiu a série "Crepúsculo" eu decidi que aquela era a oportunidade de analisar uma literatura intelectualmente simplista e superficial. Porque vejam bem, eu não li "Harry Potter", nem "O Guia do Mochileiro das Galáxias", nem "Percy Jackson" nem nada relacionado a fantasias fantásticas, ou se quer algum romancezinho de banca de revista; são estórias que nunca me chamaram atenção e a linguagem coloquial muito menos. Escolhi "Crepúsculo" simplesmente porque gosto de vampiros e já tinha lido alguma coisa de Anny Rice e Bram Stoker (longe de mim tentar comparar autores tão distintos), assim como eu li Neil Gaiman só porque algumas obras fazem referências aos gatos (adoro gatos).
Com relação a série "Crepúsculo", é bem aquilo que citei acima, literatura intelectualmente simplista e superficial, a estória em si tem lá seu pontecial, mas acabou pecando na linguagem e na insistência de manter a inconstância de seus personagens. Quanto aos 'vampiros'; bom, acho que não há dois escritores que abordem um tema da mesma maneira. Todos têm inspirações e motivações distintas, então não cabe eu simplesmente vir aqui e criticar Meyer, S. só porque os vampiros dela são melosos e brilham.
Agora voltando à “Breve Segunda Vida de Bree Tanner"; quando fiquei sabendo que seria lançado, confesso que achei tremendamente desnecessário, afinal, "Crepúsculo" já deu o que tinha que dar; no entanto a curiosidade foi maior e seria uma oportunidade de poder formar uma opinião fundamentada. Para aqueles que já leram os livros da saga, em especial "Eclipse", já se sabe o final da história de Bree. É um livro bem narrado, se comparado aos da série, e com um enredo bastante chamativo, o que faz com que torne sua leitura ainda mais rápida (li em 2 horas). Acho que na verdade ele era para ser mais um capítulo de "Eclipse", pois é bem esclarecedor e mostra a significância de Bree, ao que parece, ela era como um vidro transparente para as auto-expectativas de Bella sobre o seu próprio futuro como uma recém-criada.
Enfim, sem divulgar mais detalhes sobre a estória, os fãs de “Crepúsculo” que estavam em cima do muro sobre esse livro –pelo fato de que era sobre uma personagem com quem eles nunca tiveram a chance de se importar– irão amar; é carregado com mistério, e intriga inteligente (por incrível que pareça), de partir o coração, excitante e até revigorante, a estória de Bree Tanner é um “precisa-se-ler” para qualquer fã de "Crepúsculo". Admito que depois de lê-la, gostaria mesmo que Bree tivesse um final diferente do que teve... Leiam!!
Um comentário:
Não aguento mais vampiros,mas vi seu tópico anterior e simplesmente AMEI seu look.Fodaaa!
Boa noite!
***Siga e seja seguido
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